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WTCC: Dois galos da… Alsácia na Citroen
Publicado em 13.Aug.2013
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Em 2014 vai escrever-se um novo capítulo na história da Citroen no automobilismo, com a sua entrada no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) e dois pilotos franceses de referência, oriundos, curiosamente, da mesma região (Alsácia): Sebastien Loeb e Yvan Muller. Para guiar o novíssimo Citroen C-Elysée, ao piloto mais laureado de sempre do desporto automóvel, somando nove títulos mundiais de ralis e um impressionante número de recordes, juntar-se-á um dos melhores especialistas na condução de carros de turismo que soma três títulos mundiais (2008, 2010 e 2011) e detém todos os recordes da disciplina, desde o número de vitórias aos pontos somados, sem esquecer as “pole positions” ou as voltas na liderança de corridas. Mesmo se Loeb, nascido para os ralis, não é um verdadeiro “puro” das corridas em circuito, é indiscutível que já deu provas – e até venceu algumas corridas – da sua competitividade nessa disciplina específica e a sua participação, fazendo dupla aos comandos do McLaren MP4 com o português Álvaro Parente, no Campeonato Open de GT tem-lhe permitido apurar a condução em pista, numa evolução com o pensamento neste passo seguinte da sua incontornável carreira.

Portanto, a Citroen, apostada na penetração da marca em mercados emergentes como a China ou o Brasil, entre outros, daí a escolha do modelo Elysée para dar forma à carroçaria – o motor 1.6 turbo deriva do DS3 de ralis – da sua “máquina”, terá a particularidade de apresentar uma equipa cem por cento francesa e pilotos cujo cartão de visita garante mediatismo e… resultados.

“Acompanhei a ascensão do Loeb e hoje não posso fazer mais do que admirar o seu percurso. Ele foi nove vezes o melhor piloto do mundo e embora as minhas estatísticas sejam boas, elas nada têm nada a ver com as que Loeb conseguiu!”, diz Muller, elogiando o seu colega de equipa, com o qual não antevê problemas de convivência…

“Nós somos bons rapazes que não têm grande coisa a provar e sabemos o que significa trabalhar para um construtor. Antes de mais, é necessário, acima de tudo, pensar na marca, como eu sempre fiz. Claro que prefiro estar no lugar mais alto do pódio, mas primeiro é preciso fazer a equipa ganhar. A solidariedade entre colegas de equipa é uma das bases essenciais do sucesso”, acrescenta o piloto que atualmente lidera o WTCC’2013 e é o grande favorito à conquista do título, ao volante de um Chevrolet Cruze da antiga equipa oficial.

A época de 2014 no WTCC marcará a entrada em vigor de uma nova geração de veículos – mantêm-se os motores 1.6, mas há um incremento significativo na aerodinâmica – e as primeiras impressões de Muller foram positivas. A sua vasta experiência em carros de turismo será determinante nos testes de desenvolvimento do Elysée para o próximo ano.

“Comparativamente ao que conheci nas últimas épocas, o carro [Citroen Elysée] é mais leve, mais potente e mais eficaz no plano aerodinâmico. Tem ainda pneus mais largos e travões de maiores dimensões. Em suma, é tudo melhor e esta nova geração de carros será bem mais rápida que a atual. No primeiro contacto, o Citroen Elysée pareceu-me ter uma boa base de trabalho e agora estou desejoso de atacar os testes de desenvolvimento”.

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