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Rali de Portugal como nos velhos tempos
Publicado em 13.Mar.2013
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A edição 2013 do Rali de Portugal (11/14 de Abril), que pela quinta vez consecutiva terá o seu epicentro no Algarve, o que sucede desde o regresso ao Campeonato do Mundo, do qual saíra em 2000, depois de uma prova mal sucedida na região norte marcada por fortíssima intempérie – foi o ano da tragédia da queda da ponte de Entre-Os-Rios! –, volta, em termos de figurino, de algum modo ao passado. E se o ano transato estiveram de volta as classificativas noturnas, banidas durante muitos anos, com o advento das “regras modernas”, por razões de segurança, agora é a vez das chamadas classificativas-maratona, ou seja com longa quilometragem, que se faziam anteriormente, como a noturna de Arganil, com 42 quilómetros.

A equipa organizativa do ACP (Automóvel Clube de Portugal) Sport, liderada por Pedro de Almeida, teve arte e engenho para, mais uma vez, inovar na prova portuguesa, seguindo também as ideias da antiga piloto Michèle Mouton, desde 2011 manager da FIA (Federação Internacional do Automóvel) para o Mundial de Ralis, que desde o primeiro momento defende a necessidade de “reinventar os ralis e cada um deve ter a sua própria identidade, porque precisamos de mais público, de aproximar os pilotos e os carros das pessoas”. E porque também é importante mais emoção, nada como introduzir duas classificativas com a extensão de 52,3 quilómetros, referentes à “especial” de Almodôvar, para o terceiro e último dia de prova, em jeito de tira-teimas.

Nos dois primeiros dias, sexta (5 classificativas, Mú e Ourique duas vezes e ainda a super-especial junto ao Centro Cultural de Belém) e sábado (seis, com dupla passagem por Santana da Serra, Vascão e Loulé), dificilmente a quarta prova do Mundial ficará decidida, mas mesmo que tal aconteça, a dupla passagem pelos já referidos 52,3 km servirão para confirmar que será o mais forte e na última delas, como se trata de “power stage”, há pontos extra (3-2-1) para os três pilotos mais rápidos. Portanto…

No sábado da semana anterior ao início do rali (6 abril), o Rali Sprint, em Fafe, promete reunir de novo no Minho a multidão que não tem emoldurado as classificativas algarvias ao longo destes últimos anos. É que o regresso dos pilotos e dos carros mundialistas a Fafe em 2012 superou todas as expectativas…

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